I smoke every weed man
Plant that big ol' seed son
I smoke every strain there is in town
From the super sticky green
To the headache Mexi-brown
I smoke every strain there is around
I'll smoke it till I'm dead
Cuz' it feels good in my head
I smoked a lot in western Caroline
I swear that Orange Crush
So sweet it'll make you blush
You're feeling good with your illegal smile
I smoke every weed man
Plant that big ol' seed son
I smoke every strain there is in town
From the super sticky green
To the headache Mexi-brown
I smoke every strain there is around
When I visit the pharmacy
To see my good friend Mike
I say "oh boy I got 40 different strains"
And I smoked 'em all
Volcano to the brain, I think I can remember all the names
Got the Bubba Kush, Bubble Gum, Blueberry, Sour D, Alaskan thunderfuck
Ak-47 and the OG kush, you got Purple and the Durban, Grand Dad, the Mother ship and the Orange Crush, G13 and little balls of hash, yeah!
The Bubba Kush, Bubble Gum, Blueberry, Sour D, Alaskan thunderfuck
Ak-47 and the OG kush, you got Purple and the Durban, Grand Dad, the Mother ship and the Orange Crush, G13 and little balls of hash, yeah!
I smoke every weed man
Plant that big ol' seed son
I smoke every strain there is in town
From the super sticky green
To the headache Mexi-brown
I smoke every strain there is around
Some people call it dope
Some think it smells like burnin' rope
I tell you it relieves my mind
Just to know we're a compassionate state
I think it's time to medicate
With the Bubba Kush, Bubble Gum, Blueberry, Sour D, Alaskan thunderfuck
Ak-47 and the OG kush you got Purple and the Durban, Grand Dad, the Mother ship and the Orange Crush, G13 and little balls of hash, yeah!
I smoke every weed man
Plant that big ol' seed son
I smoke every strain there is in town
From the super sticky green
To the headache Mexi-brown
I smoke every strain there is around
From the super sticky green
To the headache Mexi-brown
I smoke every strain there is around
Yeah I smoke every strain there is around
Musica do fim de Super High Me.
domingo, 13 de junho de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Todos seremos nulodimensionais.
Acho que uma pixação que tem por aí, mas agora faz todo o sentido. Me dou ao luxo de tentar explicar um assunto qual sou leigo, por isso tente fazer um esforço. Principalmente na parte da linguagem.
Aula sobre Flusser. Assusntos escabrosos e complicados. Tiro a minha atenção dos desenhos que faço e reparo no ser que fala à frente. Ele solta qualquer palavra composta em alemão que quer dizer "estar, viver no mundo", que remete ao tempo das cavernas, onde usávamos apenas nosso corpo para expressar. Estavamos completamente imersos na realidade, na tridimensionalidade. Até alguém resolver deixar um desenho na parede. Segundo Flusser (que se escreve com um "beta" no lugar dos dois esses) começou a "escalada à nulodimensionalidade". Esse desenho mudou toda a concepção de comunicação. Ela passou a ser bidimensional. Os desenhos evoluiram e ficaram cada vez mais simples e com significado mais restrito, e posteriormente viraram escrita. Esta torna a comunicação unidimensional, pois é um ponto em movimento (não me culpe, culpe o tcheco). Cada passo desse, cada dimensão "perdida" é um afastamento da realidade. Com novas tecnologias, passamos a armazenar informação em lugar nenhum. Tudo bem que seu HD tem volume, massa e dimensões, mas as informaçoes nele contidas não estão lá. Elas são impulsos, sinais ou qualquer coisa magnética que o valha. Se você encostar um imã ali, PIMBA, o volume, massa e dimensões são os mesmos, mas não existe mais informação. Acho que essa e a famosa nulodimensionalidade.
Será que tem como perder mais alguma dimensão? O tempo? Será que que isso é um progresso? Será que dá pra se afastar mais da realidade? Será que é o ápice? Será que é o fim das inovações, da história ou de o que quer que seja? Será que existe "fim"?
Acho que uma pixação que tem por aí, mas agora faz todo o sentido. Me dou ao luxo de tentar explicar um assunto qual sou leigo, por isso tente fazer um esforço. Principalmente na parte da linguagem.
Aula sobre Flusser. Assusntos escabrosos e complicados. Tiro a minha atenção dos desenhos que faço e reparo no ser que fala à frente. Ele solta qualquer palavra composta em alemão que quer dizer "estar, viver no mundo", que remete ao tempo das cavernas, onde usávamos apenas nosso corpo para expressar. Estavamos completamente imersos na realidade, na tridimensionalidade. Até alguém resolver deixar um desenho na parede. Segundo Flusser (que se escreve com um "beta" no lugar dos dois esses) começou a "escalada à nulodimensionalidade". Esse desenho mudou toda a concepção de comunicação. Ela passou a ser bidimensional. Os desenhos evoluiram e ficaram cada vez mais simples e com significado mais restrito, e posteriormente viraram escrita. Esta torna a comunicação unidimensional, pois é um ponto em movimento (não me culpe, culpe o tcheco). Cada passo desse, cada dimensão "perdida" é um afastamento da realidade. Com novas tecnologias, passamos a armazenar informação em lugar nenhum. Tudo bem que seu HD tem volume, massa e dimensões, mas as informaçoes nele contidas não estão lá. Elas são impulsos, sinais ou qualquer coisa magnética que o valha. Se você encostar um imã ali, PIMBA, o volume, massa e dimensões são os mesmos, mas não existe mais informação. Acho que essa e a famosa nulodimensionalidade.
Será que tem como perder mais alguma dimensão? O tempo? Será que que isso é um progresso? Será que dá pra se afastar mais da realidade? Será que é o ápice? Será que é o fim das inovações, da história ou de o que quer que seja? Será que existe "fim"?
segunda-feira, 1 de março de 2010
aPOPcalypse NOW!
O último foi no Chile, mas antes teve no Haiti e no México também, se vocês me permitem lembrar. Vaca louca, gripe do frango e agora a suína. Tsunami no Oceano Índico, e faz um tempo, uma enchente sinistra nos Estados Unidos.
Sem contar obviamente aquelas catástrofes causadas por nós mesmos. Xenofobia na Europa, Guerra Santa na Palestina, o bom e velho Efeito Estufa e a "recente" Crise.
Escândalos e mais escândalos envolvendo imagens importantes, e é claro, o êxtase que isso causa em nós.
Sei não, mas talvez esse tal de calendário Maia esteja bem proximo da realidade.
Sem contar obviamente aquelas catástrofes causadas por nós mesmos. Xenofobia na Europa, Guerra Santa na Palestina, o bom e velho Efeito Estufa e a "recente" Crise.
Escândalos e mais escândalos envolvendo imagens importantes, e é claro, o êxtase que isso causa em nós.
Sei não, mas talvez esse tal de calendário Maia esteja bem proximo da realidade.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Bom dia, flor do dia, mas deve haver modos menos agourentos de se dispertar que com uma filha choramingando à cabeceira. E pelo visto, mais uma vez você veio sem os meus cigarros, que dirá os charutos. Que é proibido fumar aqui dentro eu sei, mas dá-se um jeito, também não estou lhe pedindo pra entrar no hospital com cocaína. Vou lhe contar como um belo dia, em Paris, seu avô resolveu me levar a uma estação de inverno. Papai era um homem de multiplos interesses, mas até entao eu desconhecia essa sua faceta esportiva. Aos dessete anos, segundo ele, já estava mais do que na hora de eu conhecer a neve, por isso enfrentamos uma longa viajem de trem até Crans-Montana, nos alpes suíços. À noite, nos demos entrada no hotel, munidos de botas e luvas e gorros de lã, pares de esquis e de bastões, todo o aparato. E eu já ia dormir quando papaime chamou ao seu quarto, sentou-se numa chaise longue e abriu o estojo de ébano. Mas o que é iss, meu Pai? É a neve, ora bolas, disse ele muito sério.Com uma mini-espátula separou o pó branquíssimo em quatro linhas, depois me passou um canudo de prata.Mas não se tratava dessa porcaria que idiota cheira por aí, era coaína da pura, que só tomava quem podia. Não travava a boca, a fome tirava a fome, nem brochava, tanto é verdade que em seguida ele mandou subir as putas.[...]
Começo do 7º capítulo de Leite Derramado, do Chico Buarque.
LEIAM.
Começo do 7º capítulo de Leite Derramado, do Chico Buarque.
LEIAM.
domingo, 8 de novembro de 2009
Arco-Íris
Eu nem sou fã de futebol...
Mas hoje reparei que o Palmeiras dominou a disposição de cores em uniformes...
Beira quase o absurdo. Não contentes em serem tricolores, ou quadricolores, adotaram nada menos que cinco cores. Branco e verde originalmente. Amarelo marca-texto, que eles insistem em dizer que é um tom de verde, veio em seguida, e agora com a desculpa de louvar a Itália, adotaram o azul e o vermelho. Que porra é essa? Quantos uniformes um time pode ter? Quantas cores um time pode adotar? Eu sei que não tem uma cartilha que reza quantos tons os uniformes podem dispor, mas o bom senso deveria reger tais coisas.
E o Love? Passa mais tempo no cabeleireiro do que no treino, pq pra pintar/trocar aquelas trancinhas toda vez que muda o uniforme, tem que ter disposição.
Mas hoje reparei que o Palmeiras dominou a disposição de cores em uniformes...
Beira quase o absurdo. Não contentes em serem tricolores, ou quadricolores, adotaram nada menos que cinco cores. Branco e verde originalmente. Amarelo marca-texto, que eles insistem em dizer que é um tom de verde, veio em seguida, e agora com a desculpa de louvar a Itália, adotaram o azul e o vermelho. Que porra é essa? Quantos uniformes um time pode ter? Quantas cores um time pode adotar? Eu sei que não tem uma cartilha que reza quantos tons os uniformes podem dispor, mas o bom senso deveria reger tais coisas.
E o Love? Passa mais tempo no cabeleireiro do que no treino, pq pra pintar/trocar aquelas trancinhas toda vez que muda o uniforme, tem que ter disposição.
domingo, 4 de outubro de 2009
Agora Falando Sério
Agora falando sério
Eu queria não cantar
A cantiga bonita
Que se acredita que o mal espanta
Dou um chute no lirismo, um pega no cachorro e um tiro no sabiá
Dou um fora no violino, faço a mala e corro pra não ver banda passar
Agora falando sério Eu queria não mentir
Não queria enganar, driblar, iludir tanto desencanto
E você que está me ouvindo Quer saber o que está havendo com as flores do meu quintal?
O amor-perfeito, traindo, a sempre-viva, morrendo, e a rosa, cheirando mal
Agora falando sério
Preferia não falar
Nada que distraísse o sono difícil, como acalanto
Eu quero fazer silêncio
Um silêncio tão doente do vizinho reclamar
E chamar polícia e médico e o síndico do meu prédio pedindo para eu cantar
Agora falando sério
Eu queria não cantar, falando sério
Agora falando sério
Preferia não falar, falando sério
C. B. de Holanda
Eu queria não cantar
A cantiga bonita
Que se acredita que o mal espanta
Dou um chute no lirismo, um pega no cachorro e um tiro no sabiá
Dou um fora no violino, faço a mala e corro pra não ver banda passar
Agora falando sério Eu queria não mentir
Não queria enganar, driblar, iludir tanto desencanto
E você que está me ouvindo Quer saber o que está havendo com as flores do meu quintal?
O amor-perfeito, traindo, a sempre-viva, morrendo, e a rosa, cheirando mal
Agora falando sério
Preferia não falar
Nada que distraísse o sono difícil, como acalanto
Eu quero fazer silêncio
Um silêncio tão doente do vizinho reclamar
E chamar polícia e médico e o síndico do meu prédio pedindo para eu cantar
Agora falando sério
Eu queria não cantar, falando sério
Agora falando sério
Preferia não falar, falando sério
C. B. de Holanda
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Efeito dos alucinógenos
Poucos dias antes de morrer Janis Joplin disse que aquela geração de músicos era o começo de muitas outras futuras que, naturalmente, superariam as anteriores. Doce ilusão.
Não sei se é culpa do domínio comercial imposto em cada estampa musical, ou a falta da necessidade de evolução e acomodação com aquilo que lhe é apresentado, mas a música se decompõe lentamente com o tempo.
A cada CD novo lançado damos um passo para trás: cada vez menos instrumentos e mais grunhidos computadorizados; menos melodia, e mais pobreza em todos faces musicais; menos poesia, mais baixaria ao som do mesmo batidão e a falta de letras com assuntos realmente interessantes, dando lugar aos clichês amorosos (Bláblá você. Bláblá te ver. Bláblá minha dor. Bláblá nosso amor).
Acredito -ou espero- que outros também compartilhem esse sentimento comigo, mas desde que nasci, ou de uns 15 anos pra cá, os artistas perderam seu valor. Salvo raras exceções atuais, bandas anteriores que ainda executam um bom trabalho e artistas esforçados, mas nesses quinze anos nenhum compositor/intérprete se revelou e atingiu um status respeitavel pelo seu talento real, e não pelo seu rostinho bonito, carisma ou seja lá o que essas revistas ligam hoje em dia.
Cada vez mais música de prateleira, que vende milhões de cópias no primeiro trimestre abalando na lista de top 5 e depois não se encontra mais cópia sequer, domina o nosso mercado. Janis se revira de bad no seu túmulo enquanto Rebeldes e Jonas Brothers faturam milhões.
Não sei se é culpa do domínio comercial imposto em cada estampa musical, ou a falta da necessidade de evolução e acomodação com aquilo que lhe é apresentado, mas a música se decompõe lentamente com o tempo.
A cada CD novo lançado damos um passo para trás: cada vez menos instrumentos e mais grunhidos computadorizados; menos melodia, e mais pobreza em todos faces musicais; menos poesia, mais baixaria ao som do mesmo batidão e a falta de letras com assuntos realmente interessantes, dando lugar aos clichês amorosos (Bláblá você. Bláblá te ver. Bláblá minha dor. Bláblá nosso amor).
Acredito -ou espero- que outros também compartilhem esse sentimento comigo, mas desde que nasci, ou de uns 15 anos pra cá, os artistas perderam seu valor. Salvo raras exceções atuais, bandas anteriores que ainda executam um bom trabalho e artistas esforçados, mas nesses quinze anos nenhum compositor/intérprete se revelou e atingiu um status respeitavel pelo seu talento real, e não pelo seu rostinho bonito, carisma ou seja lá o que essas revistas ligam hoje em dia.
Cada vez mais música de prateleira, que vende milhões de cópias no primeiro trimestre abalando na lista de top 5 e depois não se encontra mais cópia sequer, domina o nosso mercado. Janis se revira de bad no seu túmulo enquanto Rebeldes e Jonas Brothers faturam milhões.
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